Zoneando Podcast #86 – Pessoal vs Profissional – É Possível Separar?

Olá, ouvintes!  Essa semana Thiago Almeida, Joaquim Ramos, Melissa Andrade e Marcus Lazaro se reúnem para bater um papo e refletir se é possível separar a vida pessoal das celebridades e mesmo assim continuar admirando seus trabalhos.

Escute o programa e saiba como ficar fora do Oscar mesmo fazendo bons filmes. Descubra quanto tempo dura o julgamento da internet na vida das pessoas. E como nunca mais veremos a série animada do Batman da mesma maneira.

Escute no nosso Player ou faça o Download do programa abaixo!!!

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2 Responses to “Zoneando Podcast #86 – Pessoal vs Profissional – É Possível Separar?

  • Esse programa foi certeiro com relação ao que estamos vendo atualmente na internet.
    Marcus Hater e o Bruno são pessoas que merecem ser julgadas pelas ações que tiveram que são horríveis como Assassinato e Abuso físico/psicológico, eles deveriam só ser notícia nas notas policiais, mas infelizmente existem malucos que pensam de forma parecida que eles e os colocam num pedestal que nem deveria existir, isso é um absurdo do caramba!
    Os casos do Nate Parker e Casey Affleck tem pesos diferente e as punições acabaram sendo inversas, Nate foi jogado aos Leões pela mídia por ser alguem desconhecido, que seria fácil demais destruir sua imagem e priva-lo de grandes oportunidades no futuro, sendo que ele já tinha sido julgado e inocentado, mas os racistas só queriam ver ele se quebrar. Já o Casey Affleck tem um nome em Hollywood e eles não podiam queima-lo agora que poderia finalmente estourar ganhando o Oscar, por isso jogaram para o tapete os dois casos de abuso, ele sabe que isso foi feito.
    Marcio Seixas sempre foi um dublador que admiro o trabalho tanto em filmes quanto nas animações do Batman, mas os áudios que ofende os fãs como um homofóbico, eventos e dubladores é algo que me irrita muito, provando que ele é sim um canalha. Só que eu concordo quando dizem que o ex-sócio não devia ter liberado áudios relacionados a vida pessoa dele, porque isso não me interessa e não vai ajuda-lo em nada no processo que vai mover contra ele.
    Infelizmente sempre vamos ver pessoas que gostamos do trabalho tendo atitudes inesperadas, o que os separa é a gravidade da ação e a maneira como agem com relação a mesma, temos ótimos exemplos como o Mark Wahlberg e o Robert Downey Jr e horríveis como o Johnny Depp. Além disso precisa mudar também a cabeça de fãs que querem defender seus ídolos, mesmo eles estando totalmente errados e atacando ferozmente as pessoas que pensam da maneira correta nessa situação

  • Olá, pessoal do Zoneando. Tudo bem? Espero que sim.
    Gostei muito do programa. Realmente separar a vida pessoal de uma pessoa famosa e/ou influente é difícil principalmente no Brasil, pois somos uma nação carente de ídolos e consideramos qualquer vencedor como alguém a ser venerado.
    Para tentar diferenciar casos, vou tentar criar algumas categorias. Desde já, declaro que não sou ninguém para julgar qualquer pessoa e não estou querendo “cagar regra”. Só quero trazer ordem ao caos.
    Caso nível 0: quando a pessoa é ruim porque você não gosta dela por um motivo pessoal. Exemplo: já tive uma aluna que não suportava ouvir músicas da Taylor Swift por causa dos namoros dela com um dos Jonas Brothers (?!) ou esquerdistas extremistas que consideram o Fernando Holiday um “preto falso”;
    Caso nível 1: quando a pessoa só faz mal a si mesma e seu “exemplo” pode afetar os jovens que o consideram. Exemplos: os suicídios de Robin Williams ou Daniel Radcliffe virando alcoólatra durante as gravações do sexto filme da franquia Harry Potter;
    Caso nível 2: quando a pessoa faz algo de má índole, mas não é crime. Exemplo: Deborah Secco e seus adultérios;
    Caso nível 3: quando a pessoa diz algo ruim ou infeliz. Exemplos: Stallone, como citado no podcast, ou Rafinha Bastos com a sua piada sobre Wanessa Camargo;
    Caso nível 4: quando o indivíduo fomenta algo contra uma minoria e isso, de alguma forma, vai a público. Exemplos: Mel Gibson e seu preconceito contra judeus ou a xenofobia de Márcio Seixas;
    Caso nível 5: quando alguém assume intenções de prejudicar alguém, mas ainda não prejudica. Exemplo: Justin Bieber participando de “rachas”;
    Caso nível 6: quando a pessoa prejudica outra por omissão. Exemplo: Nate Parker, cúmplice de um estupro, conforme citado no podcast;
    Nota: sei que ninguém é obrigado a ajudar ninguém, a linha entre desinformação e hipocrisia é muito tênue.
    Caso nível 7: quando a pessoa fere outra por ordem ou participação direta. Exemplos: goleiro Bruno ou Mark Walberg;
    Caso nível nível 8: quando a pessoa faz qualquer ato mais de uma vez. Exemplo: Sean Penn e as agressões em suas namoradas.

    Como podem ver, cada caso vira um caso a ser analisado como muito ruim ao ponto de jamais ser esquecido e lhe fechar portas (ex.: Nate Parker) ou o “criminoso” pode arcar com o crime, pagar na justiça e conviver com a culpa (ex.: Robert Downey Jr.) e ter que se reerguer. Seja como for, cada um sabe o que faz, quantos pode influenciar e por quanto tempo terá que pagar.
    Se não sabe, é melhor procurar saber.
    😉

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