Zoneando Podcast #79 – 20 Anos de Harry Potter

Olá, ouvintes!  Essa semana Thiago Almeida, Joaquim Ramos e Melissa Andrade recebem Verônica moura para um programa em comemoração aos 20 anos do lançamento desse sucesso mágico que é a franquia Harry Potter! Falando um pouco sobre a obra e o seu impacto na cultura pop.

Escute o programa e conheça o perigo em emprestar livros para certas pessoas. Saiba o quê JK Rowling e Tolkien tem em comum. Enumere com a gente as razões do sucesso da franquia. E descubra qual dos participantes anda abusando nas viagens psicodélicas e já está até vendo elfos domésticos por aí.

Escute no nosso Player ou faça o Download do programa abaixo!!!

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4 Responses to “Zoneando Podcast #79 – 20 Anos de Harry Potter

  • Parabéns pela homenagem a essa grande série que causou mudanças na vida de muitas pessoas
    Eu não tinha o costume de ler livros devido a maravilhosa idéia das escolas de enfiarem O Primo Basílio e Vidas Secas para ler, após ver o primeiro filme no cinema fui atrás dos livros e aprendendo a ter esse gosto por leitura, você consegue notar que a J.K Rowling foi melhorando sua escrita com os novos livros.
    Li até a Ordem da Fenix e gosto bastante de como os personagens vão se desenvolvendo, agora que meu irmão comprou os dois ultimos vou voltar a esse mundo, um dos meus personagens preferidos é o Sirius Black.
    Se forem fazer um podcast sobre os filmes seria legal dividi-lo em três programas, pois aí é possível falar dos filmes e livros.

    • Thiago Almeida

      Podes crer, Diogo. Acho que daria para dividir em 2 programas sim.

      E sobre esse lance dos livros em escolas, realmente é uma coisa que precisava ser revista. Se o intuito for fazer a molecada criar gosto pela leitura tem de ser algo mais atrativo. Talvez mesclar literatura nacional e algo mais pop fosse uma boa solução, né?!

      • Acredito que se fizesse essa mistura de clássico com os livros atuais ia fazer os jovens já pegarem o gosto pela leitura e se sentirem a vontade para ler livros de escritores brasileiros mais antigos.

  • Olá, pessoal do Zoneando. Tudo bem? Espero que sim.

    Gostei muito do programa. Já fui um fã assíduo de HP e hoje, depois de aprender tanto sobre escrita, me considero um pouco mais crítico e capaz de reconhecer que a obra não é perfeita por conta de alguns equívocos da autora e/ou por pressão editorial de lançar os livros em rapidez, o que fez com que nem sempre, creio eu, ela tivesse tempo para produzir algo mais caprichado. Allgo infelizmente normal, visto que J. Verne, A. Dumas e até Tolkien tiveram as mesmas dificudades.

    Conheci a saga quando saiu o primeiro filme. Na época, fui ao cinema com a minha irmã e adorei o primeiro filme. E quando li o primeiro livro, me senti realizado: sou caçula e sempre vi as minhas irmãs lendo obras que as faziam perder o sono, mas nunca tinha lido algo que me fizesse ficar acordado. E “A Pedra Filosofal” foi a primeira obra.

    Li todos os livros e vi todos os filmes. No caso da última mídia, tive que maratonar, pois fiquei em um certo hiato e só retomei para levar, na época, o meu primo ao cinema e vermos juntos o final da saga.

    Acredito que HP tenha vários fatores de sucesso. Alguns eu admiro e outros eu não consigo esconder uma repulsa. Nos bons, creio que foi uma narrativa com um protagonista leigo, humilde, jovem (algo que nãao era visto há muito tempo. Antes dele, só lendo “Meu Pé de Laranja Lima”, “Tom Sawyer” ou “Apanhador no Campo de Centeio”) e simples, com os quais os leitores possam se identificar. Sem contar o fator de trazer uma mitologia fantástica aos dias atuais. Dentre os que considero pouco interessantes para escritores, estão a divulgação da Warner (poucos escritores aceitam que, para criar um novo HP, o estúdio cinematográfico tem que te divulgar. E eles não divulgam qualquer coisa), o fato da autora falar da própria obra a cada 6 meses com informações que não acrescentam nada (como dizer que Draco tinha várias namoradas ou que Dumbledore era gay, por exemplo) e que, infelizmente, não há um universo expandido (explico o que quero dizer nos próximos parágrafos).

    Não considero HP um plágio. Não existem muitas estruturas narrativas e a Jornada do Herói é a mais comum e fácil de usar. Se a autora não quis inovar e/ou homenagear produtos, é problema dela. Dizer que HP é um plágo é como dizer que o Homem-Aranha é um plágo da mitologia grega por relacionar um humano com um animal.

    HP influenciou o mercado de livros e filmes para melhor e pior. Hoje, todos querem escrever literatura fantástica, criar “Escolhidos”, e jovens combatendo vilões com mais de 30 anos de experiência em combates… e esses jovens sempre vencem! Sem contar os filmes em duas partes.
    Nota: eu também escrevo literatura fantástica e leio bastante obras dentro deste tema. Só faço uma coisa que poucos fazem: eu estudo!

    Em um momento do programa, foi comentaddo que Monteiro Lobato transmitia o seu racismo para as suas obras. Se me permitem dizer… J.K. pode não ser racista assumida ou enrustida, mas foi bem hipócrita na hora de dizer que a descrição de Hermione permitia uma margem de interpretação para uma personagem negra. Tanto no primeiro livro quanto nas demais obras, ela deixa claro se um personagem é negro ou não é. Por que fazer diferente com a futura esposa de Rony? Agora vive aí de “caô” e até hoje, “Hermione é negra” passa a ser uma afirmação ou pergunta dependendo de quem ouve.

    Agora a parte que vai me render alguns xingamentos dos poucos que lerem este extenso comentário: HP não tem um universo expandido, a meu ver, porque todo o mundo mágico começou nos livros falando de um garoto… e não continuou nessa mídia e nem se expandiu. É como “Matrix”, que começou em filmes, teve uma animação (“Animatrix”) e jogos. Um universo expandido que dependa de outras mídias nem sempre pode ser considerado assim porque nem todos gostam de tais mídias. “Star Wars” possui um universo expandido porque começou em filmes e, aos poucos, mostra que nem tudo depende de um Skywalker como protagonista (vide “Rogue One” ou o filme do Han Solo que vai sair). Ainda que tenha HQs, os fãs não perdem nada. Já quem é fã de HP, tem que acompanhar as “prequels” no cinema, torcendo para peças de teatro virarem livros ou ficar acessando o Pottermore (que aliás, é uma porcaria. Se há tanto backgrounds, por que não lançar mais tramas com eles?).

    O que mais gosto em HP: os fato de termos algo mágico em cenário real. E isso fica ainda melhor nos filmes, pois vemos um Draco Malfoy andando de roupa social e não com as “vestes de bruxo” que a autora tanto insiste em descrever…

    Meus personagens preferidos:
    – Sirius Black: macho alfa! Preso injustamente, sobrevivendo burlando regras dos dementadores (calmo por ser inocente e sedento de vingança por saber que o ex-aliado estava vivo. Como nenhum sentimento era felicidade, os “guardas” de Azkaban não podiam acabar com ele), capaz de se transformar sem varinha e ainda morreu lutando. Eu o considero um dos personagens mais mal aproveitados de HP (bem que ele podia ter tido um filho com alguma prisioneira e tal criança ter peso nas tramas…);
    – Luna Lovegood: tem como não amar a Arlequina de Hogwarts? Inteligente sem ser metida como a metida como a Hermione, louca sem ser psicopata como a Belatriz, amigável sem ter somente isto como qualidade ao contrário do Neville e muito mais engraçada que o Rony. Como o Harry não casou com ela?!
    – Molly Weasley: a única personagem que se importava com alguém ali diferente de um certo diretor… e sem ser de uma forma tóxica, diferente do diretor seguinte…
    – Harry Potter: geralmente as pessoas não gostam de protagonistas, mas desse eu não abro mão. Leal, capaz de desprezar regras e perder a cabeça como um verdadeiro humano faria em momentos de raiva.
    Meus personagens menos queridos:
    – Gina Weasley: o maior pau mandado na mão da autora. Sua função pode ser resumida como “tapa buraco para o Harry não ficar só, pois o Rony vai ficar com a Hermione e a Cho deu bota no protagonista”. E quando esse relacionamento que nunca tinha mostrado sinais de acontecer ocorre? No penúltimo livro! É um gol aos 44 do segundo tempo…
    – Carlos Weasley: outra cria de Molly sem peso na trama (exceto das mais irmãos para Rony). Só aparece no quarto livro. Depois, nem pensa em dar as caras em Hogwarts montado em um dragão cuspindo fogo…
    – Alastor Moddy: o auror mais incompetente do mundo! Ficou preso em uma mala por quase um ano e sai… para morrer no sétimo livro. Esse cara não é caveira. É moleque!

    Por último, o que espero do universo expandido: que a autora saia do Twitter, largue o Pottermore e o curso de roteirista de cinema (porque “Animais Fantásticos” é horrível) para voltar a ser o que ela era antes de se tornar milionária: uma escritora. Porque é nessa mídia que as coisas precisam ser desenvolvidas, esclarecidas e contadas (Rick Riordan 1, J.K. 0).

    É isso. Obrigado a todos pela leitura e, por favor, poupem a minha mãe de xingamentos.

    Abraços.

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