Future’s End – Você Já Conhece A Nova Grande Saga Da DC Que É Sucesso Nos EUA?

A DC Comics tem uma nova série com periodicidade semanal, batizada de The New 52 – Futures End – ou O Fim dos Futuros, em tradução livre -,concebida por Jeff Lemire (Homem-Animal, Arqueiro Verde), Keith Giffen (OMAC, Larfleeze), Brian Azzarello (100 Balas, Mulher-Maravilha) e Dan Jurgens (Liga da Justiça Internacional, Superman).

Com boas vendas lá fora, a série traz um conceito interessante de futuros possíveis e serve como laboratório para conceitos e rumos que poderão ser utilizados nas séries regulares.

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Future’s End coloca os heróis de uma maneira como você nunca viu

 A série começa 35 anos à frente do nosso tempo, em um futuro apocalíptico em que todos os heróis foram assimilados por uma mente colmeia cybernética que se auto intitula “Irmão Olho” .Bom, quase todos os heróis: ainda sobraram Batman e alguns membros da resistência, que como último recurso resolvem enviar um agente ao passado para impedir o futuro catastrófico em que se encontram. Quem recebe a missão é Terry McGinnis (Batman do Futuro), que volta fora do tempo previsto e tem que impedir a catástrofe em uma realidade pós-guerra, causada pela chegada de refugiados da Terra 2, aniquilada pelos parademônios que os seguiram até a Terra Prime.

A história ainda envolve muitos outros personagens do universo DC, como Frankenstein, Grifter, Stormwatch, Senhor Incrível, Lois Lane, Robin (Tim Drake), Hawkman, Apollo, Booster Gold e Amethyst. O cast é bem extenso e a trama se desenvolve em alguns núcleos como a Ilha Cadmus, em torno de Lois Lane e Terry.

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Muitos personagens tiveram um envelhecimento nos seus visuais

Os destaques vão para o conceito utilizado na Emiko como sucessora do manto do Arqueiro Verde, para o núcleo da Cadmuss e para o sub-plot do pós-guerra e o preconceito sofrido pelos refugiados, ponto de vista muito interessante e razoavelmente bem trabalhado.

 Os pontos negativos são justamente o cast, que é muito extenso e acaba por dispersar a história que está sendo contada; e o núcleo do Cadmus, que apesar da interação entre Grifter e Slade funcionar bem, é atrapalhado pelo personagem da Fifty Sue, uma tremenda de uma “mary sue”, com diálogos e motivações que são no mínimo risíveis.

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Passado, futuro e realidades paralelas em convergência

Resumindo: é um bom universo alternativo e vale a pena a leitura, mas não espere um “Reino do Amanhã” ou que esse futuro seja seguido à risca nos títulos normais da DC.

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