CPBR10 – Campus Party Brasil 2017

Passei a 1ª semana de fevereiro dentro da Matrix na 10ª edição da Campus Party CPBR10 e tem muita coisa boa para contar. Por estar correndo entre uma atividade e outra, conversando com pessoas, conhecendo novos projetos, acabei não escrevendo por lá e hoje farei um pequeno resumo.

Pra quem ainda pensa que Campus Party é um evento lotado de nerdões com seus óculos fundo de garrafas, falando de computadores, robótica e tecnologia, está muito enganado! Hoje, este evento reúne uma pluralidade de profissionais e assuntos, que envolvem tanto a parte de robótica, programação, games, conteúdo digital, workshops diversos, hackatons, e muita diversão.

Foram mais de 750h de atividades e teve um público de 8 mil campuseiros e 160 startups participando destes dias.

Logo na coletiva de imprensa, além dos discursos dos organizadores e de alguns patrocinadores, foi legal ver o Departamento de Tecnologia do Estado presente, dizendo que para os próximos eventos quer aproximar o Departamento de Educação para auxiliar na formação de profissionais do mercado. Claro que também com a parceria afirmada com o Sebrae, isso auxiliará bastante.

Rolou um passeio pela CPBR10 antes da abertura dos portões da Arena para os campuseiros, que já haviam se instalado desde o dia 31/01 no Camping e estavam sedentos para ocupar os seus lugares e instalarem as suas máquinas. Foi bem legal conseguir ver a diferença do evento vazio e depois dele cheio, fora as explicações do porque fizeram cada coisa.

CPBR10 Imprensa

Passeio com a imprensa pela Campus Party – Fonte: CPBR Oficial

Também inserem elementos de cultura pop, como baladas rolando a noite, bate papos de games, HQs e Board Games, e agora pegando a onda, tocando “Oh o Gás” várias vezes. Tanto que na abertura da CPBR10, eles tentaram fazer um flashmob com a galera dançando. Na 1ª tentativa, não deu muito certo. Na 3ª foi. Eu só filmei a versão #Fail que foi mais divertida. Confere aí:

Para este post não ficar muito grande, depois farei novos posts mais esmiuçados. Mas pode-se notar que mesmo com menos investimento do que outros anos, não ficou ruim. Os palcos eram menores, mas o som não conflitava entre um palco e outro. Algumas áreas de workshop ficaram próximas demais dos palcos e aí, o som acaba atrapalhando um pouco. Rolou muita atividade proposta pelos próprios Campuseiros, que foram votados pela comunidade para poder palestrar ou realizar as atividades. Essa união e troca de experiência entre as pessoas foi muito legal, pois mesmo que não fosse algum assunto da sua área mas que você possui um grande conhecimento, você podia compartilhar.

Nessa aproximação com os campuseiros, eles também deixaram áreas reservadas para as “comunidades”, que são grupos que sempre vão a campus e estão unidos por algum motivo. Equipes de Hackatons, Equipes de Jogos, grupos de sites e blogs, grupos reunidos por alguma atividade específica e etc. Eu acabei ficando com a galera da Cavalaria Geek, que é a comunidade dos ouvintes do podcast Ultrageek, da Rede Geek. Valeu a galera pelo acolhimento e suporte! =)

Cavalaria Geek

Vimos palestras técnicas, sobre comportamento social, tecnologia, desenvolvimento de jogos entre assuntos diversos, e muita coisa sobre empreendedorismo e compartilhamento do conteúdo. A programação estava bem recheada e as vezes, até acabava conflitando você querer participar de mais de uma coisa no mesmo horário, mas em geral, foi bem dividido.

A área gratuita estava bem grande, com bons estandes da prefeitura, do Sebrae, Área para Start-ups, além do famoso estande do Submarino com a Luta de Robôs. Mas tudo isso mostrarei depois.

Fica aí de olho, que teremos mais sobre a CPBR10 e deixe suas perguntas que vou respondendo nos outros posts.

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